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Image by charlesdeluvio

PERGUNTAS FREQUENTES

 

Principais dúvidas relacionadas ao Direito Previdenciário

1. Como corrigir vínculos ou salários de contribuição com erro, ou ausência no CNIS? O Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) deve refletir fielmente a vida laboral do segurado. Erros ou omissões podem comprometer o reconhecimento de direitos previdenciários. Para corrigir, é necessário apresentar documentos comprobatórios, como carteira de trabalho, contracheques ou outros registros que evidenciem o vínculo ou a remuneração correta; 2. Qual é a idade mínima e o tempo de contribuição exigidos atualmente? Para trabalhadores urbanos, a aposentadoria por idade exige: Homens: 65 anos de idade e 20 anos de contribuição e Mulheres: 62 anos de idade e 15 anos de contribuição; 3. Quais profissões têm direito à aposentadoria especial? Profissões que expõem o trabalhador a agentes nocivos à saúde, como calor, ruído, substâncias químicas ou biológicas, podem dar direito à aposentadoria especial. Exemplos incluem metalúrgicos, enfermeiros, eletricistas, entre outros. É necessário comprovar a exposição habitual e permanente a esses agentes; 4. Como comprovar o tempo de atividade rural? A comprovação pode ser feita por meio de documentos como contratos de arrendamento, notas fiscais de venda de produção, declarações de sindicatos rurais, entre outros. É importante que os documentos evidenciam o exercício da atividade rural no período correspondente; 5. Se eu me casar novamente, perco a pensão por morte? O novo casamento não cancela automaticamente a pensão por morte paga pelo INSS. Se o(a) viúvo(a) era dependente do segurado falecido e já recebia o benefício regularmente, pode continuar recebendo mesmo após um novo casamento ou união estável, desde que atenda aos demais requisitos legais. 6. Se eu receber auxílio-acidente, posso voltar a trabalhar? Diferentemente do auxílio-doença (incapacidade temporária), o auxílio-acidente não exige afastamento do trabalho. Ele é cumulável com o salário e permanece sendo pago até a aposentadoria do segurado. Trata-se de uma compensação pela redução parcial da capacidade de trabalho, e não de um benefício substitutivo da renda; 7. Quem tem direito ao BPC/LOAS? O benefício assistencial é pago a pessoas com deficiência ou idosos com 65 anos ou mais que comprovem não possuir meios próprios de subsistência nem de tê-los providos por sua família, desde que a renda per capita do grupo familiar seja inferior a 1/4 do salário mínimo.

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Principais dúvidas relacionadas ao Direito do Trabalho

1. Fui demitido sem receber minhas verbas. O que posso fazer? Você pode ajuizar uma ação trabalhista para cobrar verbas rescisórias como aviso prévio, 13º salário, férias proporcionais, saldo de salário, FGTS e multa de 40%, além de eventuais horas extras ou adicionais não pagos. 2. Trabalhei sem registro. Tenho direitos? Sim. Mesmo sem carteira assinada, você pode buscar o reconhecimento do vínculo empregatício e exigir todos os direitos trabalhistas garantidos por lei. 3. Sofri assédio no trabalho. Posso pedir indenização? Sim. O assédio moral ou sexual gera direito à reparação por danos morais. É importante reunir provas como testemunhas, mensagens ou e-mails. 4. Acidentei-me no trabalho. Tenho estabilidade? Sim. Em regra, quem sofre acidente de trabalho e fica afastado pelo INSS tem estabilidade de 12 meses após o retorno ao trabalho, além de direito à indenização em alguns casos. 5. Trabalhei em ambiente perigoso ou insalubre. Tenho direito a adicional? Sim. O adicional de periculosidade ou insalubridade é devido conforme laudo técnico ou provas da exposição ao risco. 6. Como posso evitar ações trabalhistas na minha empresa? A melhor forma é investir em assessoria preventiva, com contratos bem elaborados, orientação na admissão e demissão, política clara de RH e auditorias periódicas para corrigir falhas antes que gerem litígios. 7. Recebi uma autuação do Ministério do Trabalho. O que devo fazer? Você pode apresentar defesa administrativa dentro do prazo. É essencial contar com assessoria jurídica para buscar a reversão ou redução das penalidades. 8. O que envolve uma negociação coletiva com sindicato? A negociação coletiva trata de acordos ou convenções entre empresa e sindicato. É fundamental estar bem assessorado para garantir segurança jurídica e equilíbrio nas cláusulas negociadas.

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Principais dúvidas relacionadas ao Direito Contratual

1. Posso usar um modelo pronto da internet para firmar um contrato? Modelos genéricos não consideram as particularidades do seu negócio ou relação jurídica, podendo gerar riscos e cláusulas inválidas. O ideal é ter um contrato personalizado com orientação jurídica. 2. Qual a diferença entre contrato de prestação de serviços e contrato de trabalho? O contrato de prestação de serviços envolve uma relação autônoma e sem vínculo empregatício, enquanto o contrato de trabalho segue as regras da CLT e gera obrigações trabalhistas. Confundir os dois pode gerar processos. 3. O que acontece se uma cláusula do contrato for considerada abusiva? Cláusulas abusivas podem ser anuladas judicialmente, e o restante do contrato permanece válido. Por isso, é importante revisar minutas antes da assinatura. 4. Como posso cobrar um cliente que não cumpriu o contrato? Você pode negociar extrajudicialmente, enviar notificação formal ou, se necessário, entrar com ação de cobrança ou execução para garantir seus direitos e buscar indenização. 5. É possível modificar um contrato depois de assinado? Sim, desde que haja acordo entre as partes. As alterações devem ser formalizadas por aditivo contratual, com as novas cláusulas claramente especificadas. 6. O que é cessão de direitos possessórios? É a transferência da posse de um imóvel, mesmo sem a transferência da propriedade legal. É comum em imóveis que ainda não têm escritura definitiva. 7. Contrato de comodato gera obrigação? Sim. Embora seja um empréstimo gratuito, o comodatário tem o dever de zelar pelo bem emprestado e devolvê-lo nas condições previstas. 8. O que é contrato de arrendamento e como ele difere do aluguel? Ambos envolvem o uso de um bem mediante pagamento, mas o arrendamento é comum em atividades rurais ou empresariais, podendo incluir cláusulas de compra ao final.

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Principais dúvidas relacionadas ao Direito de Família

 

1. A pensão alimentícia é sempre 30%? A lei não estabelece um valor específico ou percentual obrigatório. O juiz determina o valor com base em dois critérios principais: a necessidade de quem recebe e a capacidade financeira de quem paga. Isso significa que o valor da pensão pode variar conforme as despesas com alimentação, saúde, educação e lazer do beneficiário, bem como o salário, estilo de vida e demais obrigações do pagador. Em muitos casos, o percentual gira em torno de 30% do salário líquido, mas pode ser maior ou menor dependendo da situação. Por exemplo, se o pagador tem outros filhos, o valor tende a ser dividido proporcionalmente; já em casos de necessidades especiais, o valor pode ser ampliado. Para quem não tem renda fixa, como autônomos ou desempregados, o valor pode ser estabelecido em referência ao salário mínimo ou fixado como uma quantia simbólica. 2. Genitor parou de pagar a pensão, posso cobrar atrasados? Se não houver uma fixação judicial anterior da pensão alimentícia, não é possível cobrar os valores atrasados na Justiça, mesmo que o pai nunca tenha contribuído financeiramente. Isso acontece porque a obrigação de pagar pensão só passa a ter validade legal a partir de uma decisão judicial ou de um acordo formal homologado por um juiz. Ou seja, não basta a necessidade ou um acordo verbal — é preciso que o valor tenha sido oficialmente determinado. 3. Como posso iniciar o processo de divórcio? Para iniciar o processo de divórcio, o primeiro passo é consultar um advogado especializado em direito de família para orientação sobre os requisitos legais locais. Após reunir a documentação necessária, o advogado preparará uma petição de divórcio, que será apresentada ao tribunal, iniciando formalmente o processo. É essencial notificar o cônjuge sobre a petição, e a partir daí, pode ocorrer a negociação de acordos ou uma audiência para resolver questões como divisão de bens e custódia dos filhos. A obtenção de orientação legal é crucial para garantir que o processo siga os procedimentos adequados e atenda às leis específicas do local. Procure por um advogado de sua confiança ou conte com os serviços de nossos advogados especialistas em direito de família; 4. Quais são os diferentes tipos de divórcio? Existem diferentes tipos de divórcio, e a escolha pode depender das circunstâncias e do consenso entre as partes. O divórcio litigioso ocorre quando as partes não conseguem concordar em questões como divisão de bens, pensão alimentícia e custódia, e o tribunal toma decisões. O divórcio consensual, ou amigável, ocorre quando as partes concordam em todas as questões, facilitando o processo. Além disso, o divórcio online, onde os cônjuges utilizam plataformas digitais para concluir o processo, é uma opção em alguns lugares. Independentemente do tipo, consultar um advogado é crucial para orientação legal adequada ao lidar com as complexidades do divórcio. Procure por um advogado de sua confiança ou conte com os serviços de nossos advogados especialistas em direito de família; 5. Em que aspectos específicos um advogado pode oferecer assistência em um processo de inventário e por que é importante contar com a orientação de um profissional jurídico nesse contexto? Um advogado auxilia em um inventário ao fornecer orientação legal especializada, ajudar na coleta de documentos, avaliar ativos, assegurar distribuição justa, lidar com dívidas, resolver conflitos, tratar de questões fiscais, preparar a documentação legal e cumprir prazos legais. Isso garante que o processo seja conduzido de acordo com a lei e seja justo para todos os envolvidos. Procure por um advogado de sua confiança ou conte com os serviços de nossos advogados especialistas em direito de família; 6. Como são decididos os acordos de guarda e visitação? Os acordos de guarda e visitação são geralmente decididos com base no melhor interesse da criança. Em muitos casos, os pais podem chegar a um acordo consensual, delineando detalhes como a custódia física (onde a criança morará) e a custódia legal (quem tomará decisões importantes para a criança). Se os pais não conseguirem chegar a um consenso, o tribunal pode intervir e tomar decisões com base em vários fatores, incluindo o envolvimento parental, a estabilidade do ambiente, a saúde emocional e física dos pais e da criança, entre outros. O objetivo é garantir um ambiente saudável e estável para o desenvolvimento da criança, promovendo a participação significativa de ambos os pais sempre que possível; 7. Como faço para alterar uma guarda existente? Geralmente, é necessário mostrar uma mudança significativa nas circunstâncias, como emprego, saúde ou necessidades da criança. Apresente uma petição ao tribunal que emitiu a ordem original, seguindo os procedimentos legais locais. O tribunal revisará e tomará uma decisão com base no melhor interesse da criança.

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Principais dúvidas relacionadas ao Direito das Sucessões

 

1. Como funciona a partilha de bens em um processo de inventário? A partilha de bens em um processo de sucessão consiste na distribuição dos ativos e passivos do falecido entre os herdeiros, seguindo a lei ou as disposições testamentárias. Isso envolve identificação, avaliação e distribuição equitativa dos bens, considerando a ordem de preferência legal para os herdeiros. Em casos de testamento, as instruções deste documento são seguidas; 2. Qual é a importância de fazer um testamento? Fazer um testamento é crucial para expressar claramente como deseja distribuir seus bens após o falecimento, prevenindo disputas entre herdeiros e proporcionando maior controle sobre o destino dos ativos. Além disso, o testamento pode nomear tutores, indicar executores e estabelecer disposições especiais, contribuindo para uma sucessão mais ordenada e minimizando conflitos familiares; 3. Quais são os impostos envolvidos no direito sucessório? Os impostos no direito sucessório podem incluir o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), Imposto sobre Heranças e Doações (IHD), Imposto Federal sobre a Herança (Estate Tax), Imposto de Sucessões e Doações (ISD) e Imposto de Selo, dependendo da legislação de cada país. Esses impostos incidem sobre a transferência de bens por herança ou doação, com alíquotas e regras específicas variando amplamente. É crucial consultar a legislação local ou buscar orientação profissional para compreender e cumprir adequadamente as obrigações tributárias relacionadas à sucessão; 4. Quais são os passos para iniciar um processo de inventário? Para iniciar um processo de inventário, é crucial obter o atestado de óbito do falecido e escolher o tipo de inventário, seja judicial, extrajudicial ou inventário negativo, de acordo com a legislação local. O inventariante, responsável pela administração da herança, deve ser nomeado, seguido pelo levantamento e avaliação dos bens, pagamento das dívidas e registro dos documentos no cartório de registro de imóveis. Após a partilha dos bens entre os herdeiros, é essencial efetuar a transmissão formal da propriedade. A orientação de um advogado especializado em direito sucessório é recomendada para assegurar que o processo seja conduzido de maneira adequada e conforme as leis vigentes; 5. Preciso fazer um inventário mesmo com poucos bens ou apenas um valor em conta para herança? Em alguns casos específicos, o alvará judicial pode ser usado no lugar do inventário, mas apenas em situações simples e limitadas. O alvará judicial é um documento expedido pelo juiz que autoriza o herdeiro a realizar determinados atos, como sacar valores de uma conta bancária, receber verbas trabalhistas, resgatar valores do INSS e transferir automóveis de baixo valor, sem que seja necessário abrir um inventário completo. No entanto, isso só é possível quando os bens deixados pelo falecido são de pequeno valor, não há dívidas e todos os herdeiros estão de acordo. Nessas situações, o juiz pode entender que a abertura de um inventário seria desnecessária ou onerosa demais, autorizando a liberação dos valores por meio do alvará.

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Principais dúvidas relacionadas ao Direito Imobiliário e Patrimonial

 

1. Tenho a posse de um imóvel há anos, mas sem escritura. É possível regularizar pela usucapião? Sim. Analisamos os requisitos legais do seu caso, como o tempo de posse, boa-fé e ausência de oposição, para verificar a viabilidade do pedido de usucapião, judicial ou extrajudicial. 2. Preciso ter escritura ou pagar IPTU para conseguir usucapião? Não obrigatoriamente, mas documentos como contas, IPTU e testemunhas ajudam a comprovar a posse. 3. É possível fazer usucapião extrajudicial? Sim. Com todos os documentos e se não houver oposição, o processo pode ser feito em cartório, com auxílio de advogado. 4. O vizinho pode se recusar a permitir a passagem? Se o imóvel estiver encravado, não. O dono do imóvel vizinho deve permitir o acesso mediante justa indenização, se necessário; 5. Em quanto tempo posso entrar com ação após a invasão da minha propriedade? A recomendação é o mais rápido possível. O CPC prevê ação possessória em até 1 ano e 1 dia após o esbulho, para facilitar a reintegração; 6. O que fazer quando o inquilino para de pagar o aluguel? Ingressar com ação de despejo por inadimplemento, além de auxiliar na cobrança e renegociação, conforme os direitos do locador. 7. Posso dividir um terreno em partes menores livremente? Depende das normas municipais de zoneamento e metragem mínima. É necessário consultar a prefeitura; 8. É seguro comprar ou vender um imóvel com contrato particular? A análise e formalização correta do contrato é essencial. Oferecemos suporte para garantir segurança jurídica, evitar riscos e prevenir litígios futuros.

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Principais dúvidas relacionadas ao Direito do Consumidor/Bancário

 

1. Posso cancelar uma compra e pedir reembolso? Sim. Se a compra foi feita fora do estabelecimento comercial (como pela internet, telefone ou catálogo), você tem o direito de desistir em até 7 dias corridos após o recebimento do produto ou assinatura do contrato, com reembolso integral. Em lojas físicas, o cancelamento depende da política do estabelecimento, salvo se o produto estiver com defeito. 2. O que fazer se recebo cobranças por algo que não contratei? Você pode contestar a cobrança, solicitar a imediata suspensão e exigir a prova da contratação. Caso a cobrança persista ou gere restrições (como negativação), você pode buscar indenização por danos morais e anulação da dívida judicialmente. 3. Quais direitos tenho se um serviço atrasar ou não for entregue? Você pode exigir o cumprimento forçado do contrato, o cancelamento com reembolso ou indenização por danos (morais e materiais), dependendo do caso. O Código de Defesa do Consumidor protege contra a prestação inadequada ou descumprida do serviço. 4. Quanto tempo tenho para reclamar de um produto com defeito? 30 dias para produtos não duráveis (ex: alimentos, cosméticos) e 90 dias para produtos duráveis (ex: eletrônicos, eletrodomésticos). Esses prazos começam a contar a partir da data da entrega ou do surgimento do defeito (se for oculto). 6. Sofri desconto indevido na minha conta, posso ser ressarcido? Sim. O banco ou empresa é responsável por ressarcir integralmente qualquer valor debitado sem autorização. Além disso, se o desconto causar prejuízo ou constrangimento, é possível pedir indenização por danos morais e materiais. 7. O banco pode aplicar juros como quiser? Não. Os juros devem ser claramente informados e estarem dentro dos limites legais e contratuais. Juros abusivos podem ser revistos judicialmente. 8. Tenho vários empréstimos e estou superendividado. O que posso fazer? Você pode solicitar a renegociação das dívidas com base na Lei do Superendividamento, buscando prazos mais justos e condições compatíveis com sua realidade financeira. Também é possível ajuizar ação para suspender cobranças excessivas e organizar um plano de pagamento viável. O que configura uma cláusula abusiva em contrato? Cláusulas que colocam o consumidor em desvantagem excessiva, que excluem responsabilidades do fornecedor ou impõem obrigações desproporcionais são consideradas abusivas e podem ser anuladas judicialmente. Exemplos: multa excessiva, fidelidade obrigatória sem contrapartida, renúncia de direitos legais.

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